Microsoft de olho em Domain Driven Design

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Eu já tinha visto várias conversas sobre DDD em que alguém da Microsoft se envolvia. Mas foi somente agora que vi que eles montaram um Conselho Consultivo sobre programabilidade de dados, ou DP Advisory Concil. Vi o anúncio no blog do Danny Simmons (MS) e do Jimmy Nilsson, e datam ambos de junho deste ano, ou seja, 3 meses atrás. O post do Danny está na categoria de Entity Framework, e ele informa quais outras pessoas de peso fazem parte do conselho, que inclui o pai do DDD: o próprio Eric Evans. Segundo o Danny o foco do conselho vai ser DDD.

Depois de tanta reclamação, do voto de (des)confiança sobre o Entity Framework (que passou de 500 assinaturas) e de tantas solicitações, parece que podemos esperar alguma novidade. Posso dizer que isso me deixa muito feliz, está na hora de focarmos mais em padrões, e os frameworks de programação de dados que temos visto lançados pela Microsoft até agora (mais notadamente LINQ to SQL, Entity Framework, Datasets/TableAdapters) continuam muito amarrados à base de dados. Nada contra estas ferramentas, elas ajudam muito, mas dependendo do projeto nada funciona tão bem como um bom POCO.

E vocês, o que acham da idéia? Já usaram DDD? Conhecem os POCOs? O que acham de um framework mais independente do banco de dados?

Se você não conhece ainda DDD, dê uma olhada na minha página de livros indicados, onde eu recomendo um livro do Jimmy Nilsson, e o livro que deu origem ao nome, do Eric Evans, “Domain-driven Design: Tackling Complexity in the Heart of Software”. Há também a categoria de DDD aqui do blog, mas esta ainda está iniciante.

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Sobre Giovanni Bassi

Arquiteto e desenvolvedor, agilista, pai, filho, namorado, escalador, provocador.
Programa porque gosta, e começou a trabalhar com isso porque acha que trabalhar como administrador é meio chato. Por esse motivo sempre diz que nunca mais vai virar gerente de ninguém. E também porque acredita que pessoas autogerenciadas funcionam melhor e por acreditar que heterarquia é melhor que hierarquia. Mas isso é outro assunto.
Foi reconhecido  Microsoft MVP depois que alguém notou que ele não dormia a noite pra ficar escrevendo artigos, cuidando e participando do .Net Architects, gravando o podcast Tecnoretórica, escrevendo posts no blog e falando o que bem entende no twitter @giovannibassi. E por falar nisso é no twitter que conta pra todos que gerencia de projetos deve ser feita pelo time e não por um gerentes, que greves em TI são coisas sem sentido e que stored procedure com regras de negócio são malígnas.
Você já deve ter percebido (até porque está lá na primeira frase) que Giovanni é agilista. De tanto gostar disso ele trouxe os programas de certificação e treinamento  PSD e PSM da Scrum.org pro Brasil, e por causa deles, do MVP e de algum trabalho que aparece tem que ficar indo pros EUA de vez enquando, coisa que prefere não fazer. (É bem comum você ouvir ele perguntando porque a Scrum.org e a Microsoft não estão na Itália, por exemplo.)
Junto com alguns Jedis criou a Lambda3, que, apesar de ser pequena e de não ser muito comum no Brasil, insiste em fazer projetos e consultoria direito. Por causa da Lambda3 ele tem trabalhado mais do que quando era consultor independente, mas menos do que a maioria das pessoas. Quer dizer, isso se você considerar que os trabalhos junto à comunidade não são trabalho, caso contrário ele trabalha mais que a maioria das pessoas.
Recentemente ele resolveu que merecia viver melhor e ganhar uns anos de vida e desistiu de ser sedentário, fazendo algum barulho de vez em quando com os amigos no twitter com a hashtag #DotNetEmForma. Por causa do convite recente de amigos do lado Open Source (que ele respeita e admira), começou a escalar, e agora está sempre com as mãos machucadas. Mas ainda dá pra programar. Você encontra ele sempre em algum evento, como o TechEd, e o DNAD, mas também outros menos comuns para o pessoal do .NET, como a RubyConf. Nesses eventos, ou ele está vendo palestras, ou batendo papo com alguém, ou codando alguma aplicação que alguém achou que dava pra fazer durante o evento.