Tech Ed Brasil 2009: Terceiro e último dia

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O terceiro dia também seguiu sem sessões gerais, tendo só com break out sessions.

Comecei na sessão do Segurança no Desenvolvimento WEB, do Mauro Sant’Anna, foi uma boa palestra, mas não estava muito focado. É um assunto que já conheço bem e acho que por isso não me interessou tanto.

Depois tivemos o almoço. O pessoal do .Net Architects que estava lá se reuniu, e almoçamos juntos:

O Fabio Galuppo, MVP de C++, também estava na área, e tivemos uma discussão interessante sobre o passado e futuro das linguagens. Comentamos de assembler, C, C++, C#, Ruby, F#, entre outras menos famosas. Foi bem divertido.

Depois fui para a palestra da Patricia Mantovani, "Desenhando a Arquitetura de Aplicações com Team System". Foi uma excelente palestra, onde ela mostrou o drive por trás da edição de arquitetura do VSTS, e mostrou algumas novidades desta edição. O pessoal desanimou um pouco quando descobriu que ela, na edição atual, ainda não gera código. A Patricia deixo claro que é Beta, e não chegou a dizer que vai gerar código até o RTM ou não. Eu acho que vai. Independentemente disso, esta edição atende um requisito básico da comunidade: UML. Vejam:

Ela seguiu então apresentando as novas ferramentas:

Os novos diagramas UML…

E adivinhem? Mais diagramas:

Fui então para a palestra do Igor Abade, do time de produto de VSTS da MS Brasil.

Ele falou de "Gerenciando o ciclo de vida do banco de dados com Visual Studio Team System 2010". Eu não conhecia ainda o Data Dude, e foi super interessante ver que a ferramenta está num nível bem legal de amadurecimento, já na versão 2008, e ficando ainda melhor na versão 2010, onde vai ser possível suportar outros providers, como o Oracle.

Algo muito interessante que o Igor mostrou foi a capacidade de exibir dependências entre objetos de banco de dados, direto de dentro do projeto Visual Studio:

Ele também mostrou a opção de criar testes unitários de banco de dados, incluindo aí a opção de popular o BD com uma massa de dados. Eu sabia que dava para fazer isso, mas nunca tinha visto. Bem legal.

Fui então para a palestra de "Cenários do mundo real SOA/SOI" com o Waldemir Cambiucci e o Markus Christen, ambos arquitetos da Microsoft Brasil. Eles fizeram um bate bola sobre Service Oriented Architecture e Service Oriented Infrastructure. O legal é que o conhecimento dos dois, ainda que tenha overlap, é complementar, e foi super interessante ver a interação da palestra.

E acabou o Tech Ed! Foi um grande evento, como os outros. Só tenho boas recordações. Foi a primeira edição em que palestrei, e quero estar nos próximos palestrando novamente. O networking foi fantástico, reencontrei clientes, amigos, parceiros, conheci pessoas que só conhecia online, e conheci pessoas novas. Meu linked-in aumentou em diversos contatos, e meu twitter recebeu um monte de novos seguidores, além de eu mesmo estar seguindo umas pessoas a mais. Isso tudo significa que nossa rede de contatos se fortalece muito nesse tipo de eventos. Imperdível.

Depois fomos para um happy hour, MVPs, comunidade, amigos, Microsoft, palestrantes nacionais e internacionais, para comemorar o fim de mais um evento de sucesso.

Mas isso eu conto depois. :)

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Sobre Giovanni Bassi

Arquiteto e desenvolvedor, agilista, pai, filho, namorado, escalador, provocador.
Programa porque gosta, e começou a trabalhar com isso porque acha que trabalhar como administrador é meio chato. Por esse motivo sempre diz que nunca mais vai virar gerente de ninguém. E também porque acredita que pessoas autogerenciadas funcionam melhor e por acreditar que heterarquia é melhor que hierarquia. Mas isso é outro assunto.
Foi reconhecido  Microsoft MVP depois que alguém notou que ele não dormia a noite pra ficar escrevendo artigos, cuidando e participando do .Net Architects, gravando o podcast Tecnoretórica, escrevendo posts no blog e falando o que bem entende no twitter @giovannibassi. E por falar nisso é no twitter que conta pra todos que gerencia de projetos deve ser feita pelo time e não por um gerentes, que greves em TI são coisas sem sentido e que stored procedure com regras de negócio são malígnas.
Você já deve ter percebido (até porque está lá na primeira frase) que Giovanni é agilista. De tanto gostar disso ele trouxe os programas de certificação e treinamento  PSD e PSM da Scrum.org pro Brasil, e por causa deles, do MVP e de algum trabalho que aparece tem que ficar indo pros EUA de vez enquando, coisa que prefere não fazer. (É bem comum você ouvir ele perguntando porque a Scrum.org e a Microsoft não estão na Itália, por exemplo.)
Junto com alguns Jedis criou a Lambda3, que, apesar de ser pequena e de não ser muito comum no Brasil, insiste em fazer projetos e consultoria direito. Por causa da Lambda3 ele tem trabalhado mais do que quando era consultor independente, mas menos do que a maioria das pessoas. Quer dizer, isso se você considerar que os trabalhos junto à comunidade não são trabalho, caso contrário ele trabalha mais que a maioria das pessoas.
Recentemente ele resolveu que merecia viver melhor e ganhar uns anos de vida e desistiu de ser sedentário, fazendo algum barulho de vez em quando com os amigos no twitter com a hashtag #DotNetEmForma. Por causa do convite recente de amigos do lado Open Source (que ele respeita e admira), começou a escalar, e agora está sempre com as mãos machucadas. Mas ainda dá pra programar. Você encontra ele sempre em algum evento, como o TechEd, e o DNAD, mas também outros menos comuns para o pessoal do .NET, como a RubyConf. Nesses eventos, ou ele está vendo palestras, ou batendo papo com alguém, ou codando alguma aplicação que alguém achou que dava pra fazer durante o evento.