QCon São Paulo 2010: estarei lá falando de BDD

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QCon SP Fechei com o pessoal da InfoQ minha participação no QCon São Paulo 2010. O evento vai ser nos dias 11 e 12 de Setembro, sábado e domingo, logo antes do TechEd Brasil (que começa dia 13, segunda-feira, e vai até a quarta-feira, dia 15 de Setembro).

No QCon vou valar de BDD, com minha palestra intitulada “Behavior-Driven Development (BDD) no mundo real”. Vejam o resumo:

BDD é um assunto controverso, muitos não entendem o que ele significa, e não sabem como usar. O que é (e de acordo com quem)? É igual TDD, é diferente, é melhor, é pior? Precisamos de ferramentas? Quais as opções disponíveis? Vale a pena? O que as pessoas que trabalham com BDD querem dizer quando falam em "especificações executáveis"? O que funciona e o que o levou a falhar?
Nesta palestra abordaremos essas perguntas, e avaliaremos algumas técnicas e ferramentas que você pode usar para começar a desenvolver software com BDD para aplicações do mundo real. Mais do que uma excelente técnica para criar e organizar testes unitários, BDD é também uma ótima maneira de se comunicar com os usuários.

Interessante, não?

Estou na track de Agile, no sábado, dia 11. Por lá teremos outros MVPs, na track de .Net, como o grande Thiago Soares, falando de .Net e o futuro, e o Israel Aéce, falando de WCF (obviamente). Outros amigos por lá serão o Rodrigo Yoshima e o Alexandre Magno, também na track de Agile, além de outros. O sábado terá ainda uma track de Java, com o Paulo Silveira, que conheci no AgileBrazil. Figuras de peso abrem o evento, como o Nick Kallen, engenheiro do Twitter, que vai falar de escalabilidade, e o Douglas Crockford, ninguém menos do que o criador do JSON.

Domingo segue com tracks de arquitetura, casos de sucesso, e Ruby, que obviamente contará com o Akita. Uma das palestras que abre o evento é do Scott Ambler, falando sobre como escalar Agile. O Guilherme Silveira, da Caelum, que me chamou a palestrar, também estará lá, falando de REST. Aliás, o Guilherme esteve no AgileBrazil, e ele faz uma palestra de 45 minutos sem respirar. Juro. Vale a pena assistir.

Em resumo: o evento é imperdível, e eu não vou trabalhar a semana toda, já que logo em seguida tem TechEd. Eu já estava arrumando minha agenda pra ir, mesmo se não fosse convidado a palestrar. Vejo vocês lá.

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Sobre Giovanni Bassi

Arquiteto e desenvolvedor, agilista, pai, filho, namorado, escalador, provocador.
Programa porque gosta, e começou a trabalhar com isso porque acha que trabalhar como administrador é meio chato. Por esse motivo sempre diz que nunca mais vai virar gerente de ninguém. E também porque acredita que pessoas autogerenciadas funcionam melhor e por acreditar que heterarquia é melhor que hierarquia. Mas isso é outro assunto.
Foi reconhecido  Microsoft MVP depois que alguém notou que ele não dormia a noite pra ficar escrevendo artigos, cuidando e participando do .Net Architects, gravando o podcast Tecnoretórica, escrevendo posts no blog e falando o que bem entende no twitter @giovannibassi. E por falar nisso é no twitter que conta pra todos que gerencia de projetos deve ser feita pelo time e não por um gerentes, que greves em TI são coisas sem sentido e que stored procedure com regras de negócio são malígnas.
Você já deve ter percebido (até porque está lá na primeira frase) que Giovanni é agilista. De tanto gostar disso ele trouxe os programas de certificação e treinamento  PSD e PSM da Scrum.org pro Brasil, e por causa deles, do MVP e de algum trabalho que aparece tem que ficar indo pros EUA de vez enquando, coisa que prefere não fazer. (É bem comum você ouvir ele perguntando porque a Scrum.org e a Microsoft não estão na Itália, por exemplo.)
Junto com alguns Jedis criou a Lambda3, que, apesar de ser pequena e de não ser muito comum no Brasil, insiste em fazer projetos e consultoria direito. Por causa da Lambda3 ele tem trabalhado mais do que quando era consultor independente, mas menos do que a maioria das pessoas. Quer dizer, isso se você considerar que os trabalhos junto à comunidade não são trabalho, caso contrário ele trabalha mais que a maioria das pessoas.
Recentemente ele resolveu que merecia viver melhor e ganhar uns anos de vida e desistiu de ser sedentário, fazendo algum barulho de vez em quando com os amigos no twitter com a hashtag #DotNetEmForma. Por causa do convite recente de amigos do lado Open Source (que ele respeita e admira), começou a escalar, e agora está sempre com as mãos machucadas. Mas ainda dá pra programar. Você encontra ele sempre em algum evento, como o TechEd, e o DNAD, mas também outros menos comuns para o pessoal do .NET, como a RubyConf. Nesses eventos, ou ele está vendo palestras, ou batendo papo com alguém, ou codando alguma aplicação que alguém achou que dava pra fazer durante o evento.