Microsoft Cloud Roadshow, dia 2

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Segundo dia de evento. O tom foi de lançamentos, alguns ainda em desenvolvimento, alguns com versões preview liberadas, mas tudo na eminência de entrar em produção. Portanto, com tanta novidade é bom começar a se preparar e montar um backlog para se atualizar rapidamente. Automação de infra, ou infra por código, se você é um IT Pro, vai ser o mínimo. Usar containers ou um servidor mais leve, modular, como o Windows Nano Server, vai tornar realidade o tão sonhado provisionamento de infra just in time. IoT já não é mais uma palavra de makers, é tecnologia para empresas, e o Azure está envolvido. Big Data com Cortana? Já é realidade em algumas empresas.

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Adeus VSO… Olá VSTS!

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VSO é a sigla para o Team Foudation Server na nuvem, ou pelo menos era comum chamar dessa maneira curta o serviço acessado pela URL VisualStudio.com, lançado pela Microsoft em 2012. O nome sempre me pareceu um marketing falho, já que não é a IDE que está na nuvem e sim todo o backend, ou seja o TFS. Quando o serviço se tornou público e eu pude testá-lo, era praticamente um MVP, muitas features, muitas mesmo não estavam presentes on-line. O que me levou a ver com ceticismo o futuro do produto. Além de features que eu considerava essenciais para a adoção do serviço por empresas que já utilizavam o TFS, o fato de ser na nuvem, um SaaS, trazia uma grande carga de discussão, “as empresas não querem deixar no datacenter alheio seu código”, “conectividade no país é ruim”, “segurança”, etc…

Passado algum tempo não só o VSO evoluiu e muito, como em alguns pontos ultrapassou o seu irmão mais velho on-premise, TFS. Devido ao seu processo de desenvolvimento ágil, com ciclos de entrega de 3 semanas, e a facilidade de deploy, por ser um SaaS, o VSO hoje tem features que só poderão ser adicionadas ao TFS no próximo Update, que já é um ciclo rápido, considerando que no ano são entregues 4 grandes pacotes de atualização. Por exemplo, está em preview, e portanto você já pode testar a nova versão do Release Management, agora com a UX web, você pode ver essa feature no vídeo abaixo, e acompanhar o trabalho do Vinícius Moura e Ricardo Serradas, que publicam um vídeo explicando cada entrega que é liberada pelo time no VSO Sprints.

Olá, VSTS!

Como eu disse lá no começo o nome era muito ruim, remetia a IDE e não ao backend, ou a um serviço, por isso a Microsoft recentemente alterou o nome do produto para Visual Studio Team Services, uma sigla que apesar de conhecida, a primeira versão do TFS se chamava Visual Studio Team System, portanto também VSTS, fica um pouco melhor… definitivamente acho que o Visual Studio deveria ser retirado do nome.

Aproveitando essa mudança, quero comentar sobre duas features que para mim são o marco para adoção do VSTS por empresas de grande porte, ou por aquelas que queiram migrar do TFS. Vamos lá!

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DevOps é o novo ALM?

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Esses dias participei de uma discussão se ALM estaria morrendo e DevOps seria o futuro… foram levantadas perguntas do tipo “DevOps é o novo ALM?” “O ALM vai morrer e só teremos DevOps?” “DevOps é a evolução do ALM?” “DevOps é o ALM 2.0” e etc.
Esse tipo de discussão é muito comum quando alguma novidade, que na verdade não é mais novidade, começa a ser divulgada pelo mesmo grupo de pessoas que divulgava outro conceito. Mas a bem da verdade esses conceitos não são substitutos um do outro, nem evolução.

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Process Template: Dica rápida de configuração de campos

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Em um dos clientes da Lambda3 que estou trabalhando, estamos fazendo a customização de processos. Após uma reunião com o cliente, surgiu a necessidade da criação de um novo campo em um Work Item que deveria atender as seguintes características:

  • Criar um campo integer, onde seu valor deveria ter no máximo dois caracteres, ou seja, o máximo valor permitido era 99.


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Administrador de TFS dê o exemplo! Faça o ALM do ALM

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Dê o exemplo aos desenvolvedores no TFS

A inspiração para escrever esse post veio de uma thread no grupo ALM Online do Facebook a qual faço parte e contribuo constantemente.

Durante a conversa dessa thread, foi comentado a customização de Process Template no TFS e como devemos versioná-lo quando há a necessidade de adequá-lo à realidade de nossa empresa.…

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Work Item Field History e suas funcionalidades

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Depois de falar sobre minhas motivações para desenvolver o plug-in Work Item Field History, irei mostrar para vocês as suas principais funcionalidades.

Como expliquei no post anterior e recebendo feedbacks de clientes e em treinamentos ministrados, toda vez que falamos de Work Items, algumas perguntas padrões me são feitas e vale a pena citá-las aqui:

  • Qual usuário no TFS mudou do estado ‘X’ para o estado ‘Y;
  • Quais usuários do TFS já foram ‘donos’ desse Work Item (campo Assigned To);
  • Quem fechou esse Work Item indevidamente;
  • Quem não atualizou o campo de horas (Completed Work, Remaining Work e Estimated Work);
  • Por que o Burndown não foi atualizado (quem não fechou o Work Item).


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Work Item Field History: O post oficial explicando a motivação para criar o plug-in

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Desde que lancei a primeira versão do plug-in Work Item Field History, muitos amigos me cobravam o porquê ainda não tinha escrito um post oficial sobre a ferramenta.

Uma das respostas mais claras e óbvias sempre foi: “Como o plug-in está publicado no Visual Studio Gallery e escrevi todo o help e os release notes, sempre achava que não havia a necessidade de um post oficial”.…

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