Administrador do TFS / VSTS use o console e Powershell

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Em posts anteriores, reforço que um administrador de um servidor, de rede, e também do TFS / VSTS, deve saber usar o console, deve saber usar Powershell, na stack Microsoft, e futuramento no Linux, mas neste último existe a opção do bash também.

Porém isso é uma prática rara para quem trabalha com a plataforma Microsoft. Vamos começar a mudar esse paradigma, para isso vamos ver como podemos começar fazer uso do console e Powershell.

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Administrando usuários, grupos e permissões no console com TFSSecurity

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Um bom administrador de um serviço hoje em TI usa console! A UI é importante, funciona para pequenas coisas, mas quando se precisa de automação, ou executar lotes de alterações, nada melhor que o bom e velho console.

No TFS/VSTS não é diferente, a Microsoft por anos focou na UI, porém cada vez mais dá destaque as ferramentas de console, sua linguagem de script Powershell, etc…

Quando precisamos fazer grandes alterações na estrutura de permissionamento do TFS/VSTS, usar a ferramenta TFSSecurity não é uma opção. Ela server tanto para fazer uma pequena alteração, grades, por exemplo, durante realocações de equipes, mudanças na política de acesso da empresa, ou quando como consultor vamos arrumar uma instalação que infelizmente ficou bagunçada com o tempo.

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Microsoft Cloud Roadshow, dia 2

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Segundo dia de evento. O tom foi de lançamentos, alguns ainda em desenvolvimento, alguns com versões preview liberadas, mas tudo na eminência de entrar em produção. Portanto, com tanta novidade é bom começar a se preparar e montar um backlog para se atualizar rapidamente. Automação de infra, ou infra por código, se você é um IT Pro, vai ser o mínimo. Usar containers ou um servidor mais leve, modular, como o Windows Nano Server, vai tornar realidade o tão sonhado provisionamento de infra just in time. IoT já não é mais uma palavra de makers, é tecnologia para empresas, e o Azure está envolvido. Big Data com Cortana? Já é realidade em algumas empresas.

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Adeus VSO… Olá VSTS!

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VSO é a sigla para o Team Foudation Server na nuvem, ou pelo menos era comum chamar dessa maneira curta o serviço acessado pela URL VisualStudio.com, lançado pela Microsoft em 2012. O nome sempre me pareceu um marketing falho, já que não é a IDE que está na nuvem e sim todo o backend, ou seja o TFS. Quando o serviço se tornou público e eu pude testá-lo, era praticamente um MVP, muitas features, muitas mesmo não estavam presentes on-line. O que me levou a ver com ceticismo o futuro do produto. Além de features que eu considerava essenciais para a adoção do serviço por empresas que já utilizavam o TFS, o fato de ser na nuvem, um SaaS, trazia uma grande carga de discussão, “as empresas não querem deixar no datacenter alheio seu código”, “conectividade no país é ruim”, “segurança”, etc…

Passado algum tempo não só o VSO evoluiu e muito, como em alguns pontos ultrapassou o seu irmão mais velho on-premise, TFS. Devido ao seu processo de desenvolvimento ágil, com ciclos de entrega de 3 semanas, e a facilidade de deploy, por ser um SaaS, o VSO hoje tem features que só poderão ser adicionadas ao TFS no próximo Update, que já é um ciclo rápido, considerando que no ano são entregues 4 grandes pacotes de atualização. Por exemplo, está em preview, e portanto você já pode testar a nova versão do Release Management, agora com a UX web, você pode ver essa feature no vídeo abaixo, e acompanhar o trabalho do Vinícius Moura e Ricardo Serradas, que publicam um vídeo explicando cada entrega que é liberada pelo time no VSO Sprints.

Olá, VSTS!

Como eu disse lá no começo o nome era muito ruim, remetia a IDE e não ao backend, ou a um serviço, por isso a Microsoft recentemente alterou o nome do produto para Visual Studio Team Services, uma sigla que apesar de conhecida, a primeira versão do TFS se chamava Visual Studio Team System, portanto também VSTS, fica um pouco melhor… definitivamente acho que o Visual Studio deveria ser retirado do nome.

Aproveitando essa mudança, quero comentar sobre duas features que para mim são o marco para adoção do VSTS por empresas de grande porte, ou por aquelas que queiram migrar do TFS. Vamos lá!

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DevOps é o novo ALM?

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Esses dias participei de uma discussão se ALM estaria morrendo e DevOps seria o futuro… foram levantadas perguntas do tipo “DevOps é o novo ALM?” “O ALM vai morrer e só teremos DevOps?” “DevOps é a evolução do ALM?” “DevOps é o ALM 2.0” e etc.
Esse tipo de discussão é muito comum quando alguma novidade, que na verdade não é mais novidade, começa a ser divulgada pelo mesmo grupo de pessoas que divulgava outro conceito. Mas a bem da verdade esses conceitos não são substitutos um do outro, nem evolução.

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Process Template: Dica rápida de configuração de campos

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Em um dos clientes da Lambda3 que estou trabalhando, estamos fazendo a customização de processos. Após uma reunião com o cliente, surgiu a necessidade da criação de um novo campo em um Work Item que deveria atender as seguintes características:

  • Criar um campo integer, onde seu valor deveria ter no máximo dois caracteres, ou seja, o máximo valor permitido era 99.


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Administrador de TFS dê o exemplo! Faça o ALM do ALM

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Dê o exemplo aos desenvolvedores no TFS

A inspiração para escrever esse post veio de uma thread no grupo ALM Online do Facebook a qual faço parte e contribuo constantemente.

Durante a conversa dessa thread, foi comentado a customização de Process Template no TFS e como devemos versioná-lo quando há a necessidade de adequá-lo à realidade de nossa empresa.…

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