Todos os post de Giovanni Bassi

Arquiteto e desenvolvedor, agilista, escalador, provocador.
Programa porque gosta, e começou a trabalhar com isso porque acha que trabalhar como administrador é meio chato. Por esse motivo sempre diz que nunca mais vai virar gerente de ninguém. E também porque acredita que pessoas autogerenciadas funcionam melhor e por acreditar que heterarquia é melhor que hierarquia. Mas isso é outro assunto.
Foi reconhecido  Microsoft MVP depois que alguém notou que ele não dormia a noite pra ficar escrevendo artigos, cuidando e participando do .Net Architects, gravando o podcast Tecnoretórica, escrevendo posts no blog e falando o que bem entende no twitter @giovannibassi. E por falar nisso é no twitter que conta pra todos que gerencia de projetos deve ser feita pelo time e não por um gerentes, que greves em TI são coisas sem sentido e que stored procedure com regras de negócio são malígnas.
Você já deve ter percebido (até porque está lá na primeira frase) que Giovanni é agilista. De tanto gostar disso ele trouxe os programas de certificação e treinamento  PSD e PSM da Scrum.org pro Brasil, e por causa deles, do MVP e de algum trabalho que aparece tem que ficar indo pros EUA de vez enquando, coisa que prefere não fazer. (É bem comum você ouvir ele perguntando porque a Scrum.org e a Microsoft não estão na Itália, por exemplo.)
Junto com alguns Jedis criou a Lambda3, que, apesar de ser pequena e de não ser muito comum no Brasil, insiste em fazer projetos e consultoria direito. Por causa da Lambda3 ele tem trabalhado mais do que quando era consultor independente, mas menos do que a maioria das pessoas. Quer dizer, isso se você considerar que os trabalhos junto à comunidade não são trabalho, caso contrário ele trabalha mais que a maioria das pessoas.
Recentemente ele resolveu que merecia viver melhor e ganhar uns anos de vida e desistiu de ser sedentário, fazendo algum barulho de vez em quando com os amigos no twitter com a hashtag #DotNetEmForma. Por causa do convite recente de amigos do lado Open Source (que ele respeita e admira), começou a escalar, e agora está sempre com as mãos machucadas. Mas ainda dá pra programar. Você encontra ele sempre em algum evento, como o TechEd, e o DNAD, mas também outros menos comuns para o pessoal do .NET, como a RubyConf. Nesses eventos, ou ele está vendo palestras, ou batendo papo com alguém, ou codando alguma aplicação que alguém achou que dava pra fazer durante o evento.
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Pull Requests validados com Builds no VSTS são lindos

Estou em um projeto onde todo o trabalho entra via pull requests. E não é código open source, é projeto para cliente, código fechado. O que percebemos é que o PR é um excelente instrumento de code review, valendo a pena mesmo em projetos fechados. Até uns anos atrás o TFS/VSTS não dava suporte a PR, e agora o suporte existe e está cada vez melhor. Eu precisava começar a fazer builds dos PRs, e descobri uns meses atrás que é possível, basta configurar uma política de branch: Com Continue Lendo →
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Operador “is” do C#: não é reflection

Estava trabalhando no CodeCracker e conversei com um colaborador do projeto (alias Vossekop), que havia mandado um Pull Request, sobre algumas mudanças que eu havia feito. Eu havia alterado umas partes do que ele havia submetido, substituindo expressões com o operador “is” por comparações de valores da propriedade “Kind” (ou derivadas, usando “IsKind”), que nas APIs do compilador do C# indicam o tipo do nó sintático que você está trabalhando. Minha intenção era clara, substituir Continue Lendo →
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Criando contêineres com Nano Server 2016 TP4

Hoje fui experimentar o suporte a contêineres no Windows. A ideia ainda é nova e a única versão estável ainda não está totalmente pronta, está disponível somente no Windows Server 2016 Technical Preview 4. O Windows Server 2016 ainda não foi lançado. Aproveitei para ver como estava o suporte a Docker. Vou mostrar abaixo como você cria o Nano Server, como loga, e como cria contêineres. Esse artigo do Technet dá uma boa explicacão, e foi por onde eu comecei. Mas tem muita informação Continue Lendo →
CodeCracker no Channel9

Apresentando o projeto CodeCracker no Channel9 em português

Quando estivemos em Redmond pro último MVP Summit o Carlos dos Santos, o Elemar Jr, e eu, tivemos a chance de gravar uma apresentação do projeto CodeCracker nos estúdios do Channel9. O vídeo finalmente foi liberado e está abaixo.     Você também pode assistir diretamente no Channel9: https://channel9.msdn.com/Events/MVP-RD-Americas/MVP-Tech-Talk/Code-Cracker-Project-A-must-have-extension-for-Visual-Studio-2015 Espero que gostem! Continue Lendo →
Satya Nadela, Microsoft's president, with an I

O que significa trabalhar com a plataforma Microsoft hoje e o que isso vai significar em alguns anos

Ontem uma série de novidades no ecossistema .NET vieram à tona: Suporte à SSH com Git no VSTS (e imagino que em breve no TFS); Uma nova IDE para C# está sendo desenvolvida pela Jetbrains, que vai rodar em Windows, Linux e Mac; IdentityServer4 anunciado, suportando .NET Core, ou seja, rodando em Windows, Linux e Mac. Semana passada, no blog do Azure, saiu uma série de como rodar e gerenciar Linux e Unix, e outro post sobre como rodar Debian no Azure. Essas novidades são somente Continue Lendo →

Criando um chat bot com Hubot, Slack, Docker e Azure

Temos usado o Slack na Lambda3 já tem alguns meses. É uma ferramenta simples, que faz basicamente chat com diversos canais, mas que está ajudando muito na nossa comunicação. O Slack permite integração com diversos tipos de ferramentas, como o Visual Studio Team Services, Github, entre outros. E é totalmente gratuito, desde que você não se preocupe com permissões de usuários, histórico eterno de mensagens, ou não queira integrar com mais do que 10 aplicações. É suficiente para a maioria Continue Lendo →

Por que Vim?

Uso Vim desde que a Lambda3 começou. Havia tido algumas experiências com ele antes, mas achava muito complexo. Quando a Lambda3 foi fundada, o Felipe Rodrigues queria me puxar para o lado do Emacs, enquanto o Victor Hugo Germano sugeria Vim. Resolvi começar com o Vim, e nunca mais parei. Hoje ele está em tudo o que faço, não uso um editor de texto ou IDE sem antes ligar um “Vim Mode”, ou seja, uma “emulação” do Vim. O Vim não é só um editor, ele traz uma forma de editar textos Continue Lendo →